Bom, o blog ficou meio abandonado devido a minha preguiça e falta de tempo de escrever.
Mas, graças a pedidos de algumas pessoas eu voltei, porém, meus poemas não estão
aquelas coisas, ainda sou uma "poetisa" (como diz o Fael) amadora e espero melhorar com o tempo.
Enfim, Paula Montegrayth está de volta!
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Ao ver teu rosto pálido...Sem expressão
E seus olhos eternamente fechados...
O que me restou foram apenas os cacos.. do que um dia fora um coração
Jamais sentirei uma dor como a qual de sua perda
E amor nenhum substituiá a sua existencia
Posso imaginar seu corpo frio.. tentar aquecer-te é inútil
A única saida que me resta.. é me deitar próximo ao seu túmulo
E esperar que a morte venha me buscar
Para ao teu lado me levar...e para sempre ficar!
( Paula Montegrayth )
domingo, 28 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Versos Íntimos
Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!
Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.
Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.
Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!
(Augusto dos Anjos)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Mortal ridículo
Cuja face faz-se deliberar
Sobre se é certo o que eu fiz
Se foi certo te seduzir
Tu tem a certeza
Sobre uma incerteza
Tu axás que vagas sozinho
Eu digo que vagas comigo
Facinora que apenas pensas
Que nao roubou o que me restava
O resto de minha alma
Mas hoje percebo meu erro
O erro que me consome
Cada dia mais e mais
Esse teu sangue impuro
Que nao me satisfas
( Bruno Mossato )
_____________________________________________________
D4rk$d3 // Bruno Mossato (UNDEAD - DOMPAS) diz:
*sakas akele poema seu .. menina vampira ?
Paula Montegrayth ... diz:
*sim
D4rk$d3 // Bruno Mossato (UNDEAD - DOMPAS) diz:
*vc fez na visao do homem
*posso fazer digamos uma resposta da vampira ?
Paula Montegrayth ... diz:
*pode
Bom.. aqui está a resposta.
Obrigada Bruno !
Sobre se é certo o que eu fiz
Se foi certo te seduzir
Tu tem a certeza
Sobre uma incerteza
Tu axás que vagas sozinho
Eu digo que vagas comigo
Facinora que apenas pensas
Que nao roubou o que me restava
O resto de minha alma
Mas hoje percebo meu erro
O erro que me consome
Cada dia mais e mais
Esse teu sangue impuro
Que nao me satisfas
( Bruno Mossato )
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D4rk$d3 // Bruno Mossato (UNDEAD - DOMPAS) diz:
*sakas akele poema seu .. menina vampira ?
Paula Montegrayth ... diz:
*sim
D4rk$d3 // Bruno Mossato (UNDEAD - DOMPAS) diz:
*vc fez na visao do homem
*posso fazer digamos uma resposta da vampira ?
Paula Montegrayth ... diz:
*pode
Bom.. aqui está a resposta.
Obrigada Bruno !
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Vingança
Tento me manter sóbrio
Nessa noite que não tem fim
Meu coração está cheio de ódio
E minha alma vazia assim
Procuro-te por toda parte
Tento me manter sóbrio
Agora vejo a vingança como uma arte
E também uma necessidade
E quando me vingar
Poderei enfim descansar
E assim aliviar esse vazio que deixou em mim
Ao ver você partir !
( Paula Montegrayth )
Nessa noite que não tem fim
Meu coração está cheio de ódio
E minha alma vazia assim
Procuro-te por toda parte
Tento me manter sóbrio
Agora vejo a vingança como uma arte
E também uma necessidade
E quando me vingar
Poderei enfim descansar
E assim aliviar esse vazio que deixou em mim
Ao ver você partir !
( Paula Montegrayth )
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Menina vampira
Você tem uma alma malígna que me fascina;
Fazendo-me delirar de desejo
Dei todo o meu sangue a ti menina vampira, de puro encanto
Para que na imensa escuridão, pudesse te ter enfim
Agora minha alma vaga pela noite
E parte de mim corre pelo seu corpo frio
Eterna solidão... eterna sensação
Libertarei-me desta angústia
Quando ao nascer do sol, seu sangue escorrer
E num todo, minha alma e tua vida
A terra beber.
(Paula Montegrayth)
Fazendo-me delirar de desejo
Dei todo o meu sangue a ti menina vampira, de puro encanto
Para que na imensa escuridão, pudesse te ter enfim
Agora minha alma vaga pela noite
E parte de mim corre pelo seu corpo frio
Eterna solidão... eterna sensação
Libertarei-me desta angústia
Quando ao nascer do sol, seu sangue escorrer
E num todo, minha alma e tua vida
A terra beber.
(Paula Montegrayth)
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